VÍDEO ALEMÃO BEM HUMORADO, MOSTRA O QUE É SER HIPERATIVO!!

1 mar

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Quantas pessoas precisam ser curadas por dentro: O Curador da Vida

17 fev

Jesus foi considerado pelos seus contemporâneos um curador especial. Ninguém o confunde com os magos ou os curandeiros da época. Ele tem seu próprio estilo de curar. Não recorre a forças estranhas nem pronuncia conjuros ou fórmulas secretas. Não utiliza amuletos ou feitiços. Mas quando ele se comunica com os enfermos contagia-lhes a saúde. Os relatos evangélicos desenham de diferentes formas seu poder que cura. Seu amor apaixonado pela vida, sua íntima acolhida a cada enfermo, sua força para regenerar o melhor de cada pessoa, sua capacidade de contagiar sua fé em Deus criavam as condições que faziam possível essa cura.

Jesus não oferece remédios para resolver um problema orgânico. Aproxima-se dos enfermos na busca de uma cura desde sua raiz. Não procura somente uma melhora física. A cura do organismo fica englobada numa cura mais integral e profunda. Jesus não cura somente enfermidades. Ele sara a vida enferma.

Os diferentes relatos têm sublinhado isso de diferentes formas. Livra os enfermos da solidão e da desconfiança contagiando-lhes sua absoluta fé em Deus: “Você já acredita?”. Ao mesmo tempo, os resgata da resignação e da passividade, despertando neles o desejo de iniciar uma vida nova: “Você quer curar-se?”

Não acaba ali. Jesus os libera daquilo que bloqueia sua vida e o desumaniza: a loucura, a culpabilidade ou o desespero. Oferece-lhes gratuitamente o perdão, a paz, a benção de Deus. Os enfermos encontram nele algo daquilo que os curandeiros populares não lhes oferecem: uma nova relação com Deus que lhes ajudará a viver com mais dignidade e confiança.

Marcos narra a cura de um paralítico no íntimo da casa onde Jesus mora em Cafarnaúm. É o exemplo mais significativo para destacar a profundidade de sua força que cura. Vencendo todo tipo de obstáculos, quatro vizinhos conseguem trazer até os pés de Jesus um amigo paralítico.

Jesus interrompe sua predicação e fixa seu olhar nele. Onde está a origem dessa paralisia? Quais são os medos, as feridas, os fracassos e culpabilidades obscuras que estão bloqueando sua vida? O enfermo não diz nada, ele não se move. Ele esta ali diante de Jesus, amarrado a sua maca. Que precisa um ser humano para pôr-se de pé e seguir caminhando? Jesus fala-lhe com a ternura da mãe: “Filho, teus pecados estão perdoados”. Deixa de atormentar-se. Confia em Deus. Acolhe seu perdão e sua paz. Anima-te a levantar-te de teus erros e de teu pecado. Quantas pessoas precisam ser curadas por dentro. Quem os ajudará a se pôr em contato com um Jesus que cura?

texto de José Antonio Pagola – Fonte: IHU
*A leitura que a Igreja propõe neste domingo é o Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 2, 1-12 que corresponde ao 7º Domingo do Tempo Comum, ciclo B do Ano Litúrgico.

Causar dano emocional ao parceiro é crime; vítimas demoram a reagir

15 fev

Causar dano emocional ao parceiro é crime; vítimas demoram a reagir

Flagrante, não há. Marcas roxas tampouco estão lá para provar a agressão.

“Psicológica” é o adjetivo usado para tentar definir uma forma de violência silenciosa –por mais que o silêncio seja feito de palavras, acusações, cobranças. Ou gestos, olhares, sarcasmo, piadas.

A complexidade da violência psicológica não impede que esse crime tenha uma definição legal. Está no artigo 7 da Lei Maria da Penha, que descreve muito bem constrangimentos, ridicularização e perseguição, entre outras ações causadoras de danos emocionais.

Onde procurar ajuda se você é vítima de violência psicológica
“Meu ex-marido me humilhava na frente de todo mundo”
“Ela ameaçava infernizar minha vida se eu a largasse”

“É difícil explicar aos outros onde está a sua dor”, diz o psiquiatra e psicanalista Jorge Forbes.
Letícia Moreira/Folhapress
A agressão psicológica é um crime invisível que paralisa casais durante anos e pode desaguar na violência física
A agressão psicológica é um crime invisível que paralisa casais durante anos e pode desaguar na violência física

É difícil perceber quando, no relacionamento, o jogo do amor vira o da dominação. O pano de fundo é a vontade de anular o outro, torná-lo refém dos próprios desejos.

“Quando um tem um limiar para tolerar frustração muito baixo e o outro, muito alto, a violência se perpetua”, diz a psicóloga Margareth dos Reis, do Ambulatório de Medicina Sexual da Faculdade de Medicina do ABC.

A comerciante Mônica, 49, trabalha atendendo clientes do marido, mas sem salário.

Ele já escondeu a chave do carro da mulher, para ela não sair sem avisar. Um dia, quando Mônica fazia ginástica, xingou-a na frente de todos.

Mas ela não sabe o que vai fazer. “Temos 30 anos de casados, penso que tenho uma família. Por minhas filhas, já devia ter me separado.”

Para complicar, o jogo é de mão dupla: quem sofre a violência se nutre dela e a transforma no cimento da relação.

Parece um jeito de culpar a vítima e desculpar o agressor. Mas não é novidade, para quem estuda a coisa.

“É a dinâmica sadomasoquista, um pacto inconsciente: um provoca, outro agride, o que deve dar algum prazer”, diz a psicanalista Belinda Mandelbaum, do Laboratório de Estudos da Família do Instituto de Psicologia da USP.

Além de manifestar um aspecto da sexualidade, a violência psicológica é uma forma de comunicação. “Associamos essa forma de agressão a todas as ações que causam dano ao outro pela linguagem”, diz a psicóloga Adelma Pimentel, autora de “Violência Psicológica nas Relações Conjugais” (Summus, 152 págs, R$ 36,90).

A perversidade do jogo é que, no relacionamento íntimo, um sabe os pontos fracos do outro, aqueles que ninguém quer tornar público.

O marido de Mônica repete que ela é uma mãe relapsa. “Para me agredir. Mas é difícil perceber a violência psicológica. Você aceita, alguém manda em você.”

“Você constrange a pessoa usando os demônios dela. E ela faz o que você quer, por gostar de você”, diz Forbes.

Foi assim no primeiro casamento da inspetora de alunos Lúcia, 48. “Eu tinha 19 anos e me casei com o homem pelo qual estava apaixonada. Ele me desvalorizava porque eu era pobre, negra, e eu achava que ele tinha razão.”

Destruir a autoestima do outro é a estratégia e a consequência da agressão oculta.

Lúcia achava que o ex-marido era lindo. “Ele dizia que eu tinha que agradecer por transar com ele. E eu nem sabia o que era orgasmo!”

O morde-e-assopra sustentava o jogo do ex. “Se eu chorava, ele me abraçava e dizia: ‘Gosto de você como você é’.”

“Os efeitos na pessoa agredida vão dos distúrbios alimentares à depressão, chegando à tentativa de suicídio”, diz a psicóloga Marina Vasconcellos, da Federação Brasileira de Psicodrama.

A vítima dessa forma de violência quase nunca quer mostrar a cara, porque denunciar a agressão é também expor as próprias fraquezas, Afinal, ela se submeteu, aceitou um arranjo ruim com medo de romper e ficar sem aquele amor.

HOMEM TAMBÉM É VÍTIMA, MAS NÃO ASSUME

A Lei Maria da Penha, que no seu artigo 7 define o crime da violência psicológica, só vale para as vítimas mulheres. Os homens ficam num limbo legal, e não porque estejam menos sujeitos às agressões das parceiras. Com o aumento de mulheres ganhando mais que os maridos e sendo “chefes” da casa, o jogo pesado da dominação emocional tem afetado cada vez mais os homens.

Mas é mais difícil para o homem assumir que sofre violência psicológica. “Não é de nossa cultura ele se queixar. Se for reclamar em uma delegacia, terá sua imagem mais uma vez danificada”, diz a psicóloga e advogada Lidia Gallindo, da Vara de Família do Fórum da Penha, SP.

Levantamento do Ministério da Saúde feito em 2008 e 2009 mostra que 20,8% das notificações de violência doméstica sofridas por homens são do tipo psicológico. O mesmo levantamento mostra que a agressão psicológica sofrida por mulheres é motivo de 49,5% das notificações, quase se igualando ao índice da violência física, 52%.
Editoria de Arte/Folhapress IARA BIDERMAN DE SÃO PAULO
FILIPE OLIVEIRA – COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

A Cura da sogra de Pedro

4 fev

Aproximando-se, ele a tomou pela mão e a fez levantar-se…

(Marcos 1,29-39)

A passagem do evangelho segundo Marcos proposta para este final de semana está claramente dividida em três partes.

A cura de uma mulher para a diaconia, o serviço (1,29-31)

No Evangelho segundo Marcos, a primeira cura realizada por Jesus é a expulsão de um espírito impuro de um homem que está sob o domínio de escribas e da sinagoga de Cafarnaum, cidade onde Jesus foi morar, ao iniciar sua missão (Marcos 1,21-28). A lei imposta pelos escribas na sinagoga e no templo, além de ser um peso na vida das pessoas (cf. Mateus 23,1-4; Lucas 13,10-17), impedia que se pensasse e agisse orientado pelo Espírito de Deus. Pois, no dizer de Paulo, “a letra mata, o Espírito é que dá a vida” (2Coríntios 3,6). Por isso, Jesus salva as pessoas dessa força demoníaca que cria dependência e não liberta.

“Logo que saíram da sinagoga, foram com Tiago e João para a casa de Simão e André” (Marcos 1,29). Convém lembrar que, mais do que frequentar o templo, Jesus prefere as casas, prefere o encontro com povo nos caminhos. Ali, todas as pessoas têm acesso ao encontro com Deus. No templo, só podiam entrar os sacerdotes.

Esta narrativa relata a 2ª cura de Jesus, conforme Marcos. Agora, é a sogra de Simão que está doente (Marcos 1,30). Logo que soube, dirigiu-se à cama em que ela estava. Três coisas chamam a atenção. 1) “Ele aproximou-se” (Marcos 1,31). Mais que procurar quem é o próximo, Jesus se torna próximo. 2) “Tomando-a pela mão”, Jesus faz algo fundamental para quem trabalha com pessoas doentes e com quem está na exclusão. Valorizando o toque, o abraço, Jesus valoriza sobremodo as pessoas debilitadas. 3) Jesus “levantou-a”. Enquanto estava deitada, essa mulher não podia ser sujeito com agir próprio. Dependia de outras pessoas. Colocá-la em pé faz dela uma diácona, uma pessoa livre para servir. “E ela se pôs a servi-los”.

Convém lembrar que, se em Marcos a primeira pessoa curada foi um homem (Marcos 1,21-28), a segunda foi uma mulher. Jesus tratava as mulheres com a mesma dignidade com que se relacionava com os homens. Assim como tinha discípulos, tinha também discípulas. Quando Marcos menciona as mulheres que foram com ele até a cruz, cita Maria Madalena, Maria e Salomé, além de muitas outras mulheres que o seguiam, serviam e subiram com ele para Jerusalém como verdadeiras discípulas (cf. Marcos 15,40-41).

E o que nos resta senão também colocar-nos em pé e, com a força do Espírito de Jesus ressuscitado, tornar-nos pessoas livres para servir?

A prática de Jesus liberta de doenças e de possessões (1,32-34)

Naquele dia, depois do pôr do sol e junto à porta da casa de Simão e de André, Jesus ainda curou muitas pessoas enfermas e expulsou demônios, isto é, forças contrárias a Deus e que diminuem a vida de quem está sob seu domínio. As duas curas realizadas anteriormente, a do homem possesso e a da mulher enferma, são símbolos de toda prática libertadora de Jesus. E é prática que não para. Mesmo o sol já posto, Jesus continua libertando pessoas enfermas e endemoninhas.

A proibição de “falar, pois sabiam quem ele era” (Marcos 1,34) faz parte da intenção teológica de Marcos. Ele quer evitar a ideia de Jesus como um messias triunfalista, para reforçar a fé em Jesus como o ungido pelo Espírito de Deus (Marcos 1,10) que vence, aos poucos e de forma humilde como o servo sofredor, as forças contrárias ao espírito do Reino. Por isso, Marcos apresenta Jesus insistindo em que não se divulgue o seu messianismo aos quatro ventos. A proibição se estende aos demônios (Marcos 1,25.34; 3,12), às pessoas curadas (Marcos 1,44; 5,43; 7,36; 8,26) e a seus apóstolos (Marcos 8,30; 9,9), reservando essa revelação somente para o momento da cruz e pela boca de um estrangeiro: “Na verdade, este homem era Filho de Deus” (Marcos 15,39).

Senhor, Deus da vida,
ajuda-nos a acolher a tua graça que cura e liberta das enfermidades,
dos desejos egoístas e do consumismo individualista.
Ó Deus, livra-nos dessas forças que nos seduzem
e arrastam como possessão demoníaca,
forças que nos dominam e impedem de sermos pessoas livres
para, como criaturas novas, colaborar contigo
no serviço ao teu Reino de justiça, a exemplo da mulher que curaste.

De onde vem as forças para a nova prática de Jesus? (1,35-39)

Depois de um dia de atividades salvadoras e que vão noite adentro, Jesus descansa para estar com as energias renovadas para mais um dia de serviço à vida. Mas não basta novo vigor físico. Algo mais profundo é necessário.

Por isso, ainda de madrugada, Jesus se retira para um lugar deserto e ali cultiva sua íntima comunhão com o Pai, o Deus libertador do Êxodo. É que vai ao deserto, lugar por onde Deus guiou seu povo para a liberdade e “lá, ele orava” (Marcos 1,35).

A comunhão com o Pai é o segredo da força de Jesus na solidariedade com as pessoas mais desprezadas de sua época, entre elas as doentes e as possessas por todas as forças de alienação e que não permitem que sejam sujeitos de suas vidas. A intimidade com o Pai, essa espiritualidade de comunhão profunda com o sagrado, faz de Jesus uma pessoa radicalmente livre. A oração é a fonte onde Jesus bebe do mais puro Espírito que sustenta sua ação emancipadora junto às pessoas em estado de dependência, seja em relação às enfermidades, seja em relação às forças que nos alienam, impedindo-nos de sermos filhas e filhos livres e com dignidade.

Ó Deus,
concede-nos a graça que permite esvaziar-nos do espírito individualista,
das forças que geram discórdia, exclusão e sofrimento.
Senhor, que teu Espírito libertador do deserto nos transforme e impulsione,
tal como moveu Jesus de Nazaré,
ao ponto de sermos sempre mais semelhantes a ti,
pessoas livres para o serviço da vida,
da cura e de tudo que domina como possessão em nossas mentes e corações.
Amém!

Ildo Bohn Gass é bliblista, autor da série Uma Introdução à Bíblia.
Fonte: CEBI

Se voce morresse hoje, o que lamentaria?

3 fev

“Não ter tido coragem para fazer o que eu realmente queria, e não o que outros esperavam que eu fizesse.”

Este é o maior arrependimento de um grupo de pessoas prestes a morrer.

Os depoimentos, marcados pela sinceridade, foram colhidos por uma enfermeira australiana responsável por cuidados paliativos – os cuidados dedicados aos pacientes terminais, para os quais a medicina não possui mais recursos.

Bronnie Ware afirma que reuniu em um livro “confissões honestas e francas de pessoas em seus leitos de morte”, confissões que, segundo ela, ajudaram a mudar sua vida.

Viver a vida como eu mesmo

Segundo Ware, a lista de arrependimentos construída a partir dos depoimentos dos seus pacientes é longa.

“Mas, no livro, me concentrei nos cinco mais comuns”, disse a autora em uma entrevista à BBC.

E o principal arrependimento relatado é não ter feito aquilo que se queria, mas o que os outros queriam, dando razão a Anselm Grün, que fala sobre pessoas que não vivem, mas que são vividas pela vida.

“Outro arrependimento comum é de não ter trabalhado um pouco menos, pois isso, segundo estas pessoas, fez com que perdessem o equilíbrio e, como resultado, perderam muitas coisas em suas vidas”, disse Ware.

Arrependimentos mais comuns

Os pacientes de quem Ware cuidava eram pessoas sem chances de recuperação.

Isto permitiu que ela compartilhasse com estes pacientes “momentos incrivelmente especiais. Porque passei com eles as últimas três a doze semanas de suas vidas”.

“As pessoas amadurecem muito quando precisam enfrentar a própria mortalidade. Cada pessoa experimenta uma série de emoções, como é esperado, que inclui negação, medo, arrependimento, mais negação e, em algum momento, aceitação,” conta a autora.

Aqui estão os cinco grandes arrependimentos relatados por essas pessoas.

Queria ter tido a coragem de fazer o que realmente queria, e não o que esperavam que eu fizesse
Queria não ter trabalhado tanto
Queria ter tido coragem de falar o que realmente sentia
Queria ter retomado o contato com os amigos
Queria ter sido mais feliz

Ainda dá tempo

A enfermeira chama a atenção para o fato de que as pessoas se arrependem do que não fizeram, elas não parecem se arrepender de algo que tinham feito.

A autora afirma que espera que seu livro “ajude as pessoas a agir hoje e não deixar as coisas para amanhã, para se arrepender depois”.

E você, do que não quer se arrepender?
fonte: Diário da Saúde

A Dor e a Obediência

2 fev

É tarde
Fecho a academia
Acabou-se a energia
Desligaram-se as máquinas
Os analgésicos perderam sua eficácia
E a manhã começa com dor
Pura dor
Sem sintomas que a acompanhem
Uma dor limpa
que atravessa a pele
e toca a alma
Uma dor sã
Que desperta o espírito
e quebra a soberba
Uma dor real
que desbota toda vaidade
Uma dor que é luz
Que revela à mulher e ao homem
a saudável biologia
da obediência;

(desconheço a autoria)

“Embora fosse filho de Deus, aprendeu por meio de seus próprios sofrimentos o que significa obedecer”. Hebreus 5.8.

Vício em internet afeta cérebro como drogas ou álcool

20 jan

Rede branca

Viciados em internet têm alterações similares no cérebro àqueles que usam drogas e álcool em excesso, de acordo com pesquisadores chineses.

Os cientistas estudaram os cérebros de 17 jovens viciados em internet e descobriram diferenças na massa branca – a parte do cérebro que contém fibras nervosas – dos viciados na rede, em comparação com pessoas não-viciadas.

A análise de exames de ressonância magnética revelou alterações nas partes do cérebro relacionadas a emoções, tomada de decisão e autocontrole.

Desordem de Dependência da Internet

A pesquisa analisou o cérebro de 35 homens e mulheres entre 14 e 21 anos.

Entre eles, 17 foram classificados como tendo “Desordem de Dependência da Internet”, após responder perguntas como “Você fez repetidas tentativas mal-sucedidas de controlar, diminuir ou suspender o uso da internet?”

Os resultados, que podem ajudar a criar novos tratamentos para vícios, foram similares aos encontrados em estudos com viciados em jogos eletrônicos.

“Pela primeira vez, dois estudos mostram mudanças nas conexões neurais entre áreas do cérebro, assim como mudanças na função cerebral, de pessoas que usam a internet ou jogos eletrônicos com frequência”, disse Gunter Schumann, do Instituto de Psiquiatria do King’s College, em Londres.

Vícios comportamentais

“Os resultados também indicam que o vício em internet pode partilhar mecanismos psicológicos e neurológicos com outros tipos de vício e distúrbios de controle de impulso”, disse o líder do estudo Hao Lei, da Academia de Ciências da China.

O estudo chinês também foi classificado de “revolucionário” pela professora de psiquiatria do Imperial College London Henrietta Bowden-Jones.

“Finalmente ouvimos o que os médicos já suspeitavam havia algum tempo, que anormalidade na massa branca no córtex orbitofrontal e outras áreas importantes do cérebro está presente não apenas em vícios nas quais substâncias estão envolvidas, mas também nos comportamentais, como a dependência de internet.”
Fonte: Diário da Saúde